segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Por amor
“Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, uma troca de cumplicidade, carinho e amor, enfim, é ter alguém para amar.”
domingo, 19 de dezembro de 2010
Não muito iguais, mas nem tão diferentes
Sabe quando não rola? Não rola vontade, não rola química, não rola identificação... Não, eu não estou falando da sua parte. Estou falando da parte dele.
É, isso acontece. Nós mulheres temos o costume de pensar que se o cara pegou seu telefone, é porque ele quer te chamar pra sair, ou porque vocês ficaram na noitada umas duas vezes, que o menino “obviamente” vai estar afim de você. Engano nosso. O cara pode pegar seu telefone e simplesmente não te ligar. Ele pode te encontrar uma terceira vez na noitada, e resolver dessa vez não passar aquela cantadinha péssima, mas que ele sabe que vai funcionar com você. Não porque ele não esteja “afim”, mas porque ele achou que não bateu, ou porque ele está mesmo é afim da melhor amiga que nunca nem olhou pra ele dessa forma. Ou simplesmente, ele não está afim. E não é porque você seja boba, feia e chata. Mas porque ele tem direito.
Oras, nós mulheres temos um rótulo de complicadas – que na maioria das vezes eu discordo, porque acho que o ser humano de forma geral é complicado.. Mas já que é pra sermos complicados, vamos começar a descomplicar então. Quantas vezes você saiu com um cara lindo, sarado, com um sorriso perfeito, mas o beijoooo... Não batia de jeito nenhum. Tomou nojinho, implicou e nunca quis dar uma segunda chance pro indivíduo.
E na noitada? Ahhh, a noitada... Ela é ótima, se você estiver ciente de que ali é lugar de despretensão, diversão, momento... (Tipo essa babaquice de carpe diem/noctem, sabe?) Mas até aí, a gente não tem controle sobre quando o coração bate mais forte e dá aquele friozinho na barriga quando você dá um beijo (perfeito por sinal!), e troca altas idéias com aquele cara que pode ser um frei ou, o mais provável, um cafajeste/safado. Alguns drinks depois, vocês se agarrando e aos beijos a noite inteira, conversando, rindo, se divertindo, ele faz questão de te apresentar pra todos os amigos, pegar seu telefone, te deixar em casa... Você, impensada e ingenuamente, o remove da lista dos cafajestes/safados. Vocês continuam se esbarrando nas noitadas e tudo continua como na primeira vez (com exceção da parte que ele te leva direto pra casa). E como as noitadas sempre se repetem, não rola nem de você perceber que o cara nunca te ligou, nunca te chamou pra sair. Mas, uma mulher apaixonada não percebe essas coisas. Pra ela está tudo certo até aí. Vocês já conversam bastante depois que saem da festa, se curtem e tal... Qual seria o problema?
Bom... Geralmente, nesse tipo específico de situação a mulher se envolve sozinha, não percebe que aquelas ficadas eram coisa de momento, e que viravam abóbora assim que amanhecia. Um dia, ou melhor, numa próxima noitada, o cara já não vai mais mandar aquele “papo” que vocês já sabiam o que significava, já não vem com um abraço e um beijo na boca, mas sim com os “dois beijinhos na bochecha”, e só aí você se toca. ELE SIMPLESMENTE NÃO ESTÁ TÃO AFIM DE VOCE.
Um banho de água fria? Sim. Mas quantos baldes d’água gelados você também já não jogou por aí?
A diferença está na forma de lidar com o “fora”. Mulheres já acham que é porque estão gordas (ou magras) demais, que não são interessantes ou inteligentes o suficiente, ... (!). Mas isso é uma confissão velada. Pros outros elas adoram dizer “ah, pior pra ele que me perdeu”. E sei que não posso falar pelo sexo oposto, mas acredito que os homens não se importem tanto. Talvez pensem nisso tudo também. Mas por 5 minutos. Logo depois, quando o chamarem pra jogar a pelada da terça-feira com a galera, ele esquece facilmente e já começa a olhar pra próxima oportunidade.!!!
É, isso acontece. Nós mulheres temos o costume de pensar que se o cara pegou seu telefone, é porque ele quer te chamar pra sair, ou porque vocês ficaram na noitada umas duas vezes, que o menino “obviamente” vai estar afim de você. Engano nosso. O cara pode pegar seu telefone e simplesmente não te ligar. Ele pode te encontrar uma terceira vez na noitada, e resolver dessa vez não passar aquela cantadinha péssima, mas que ele sabe que vai funcionar com você. Não porque ele não esteja “afim”, mas porque ele achou que não bateu, ou porque ele está mesmo é afim da melhor amiga que nunca nem olhou pra ele dessa forma. Ou simplesmente, ele não está afim. E não é porque você seja boba, feia e chata. Mas porque ele tem direito.
Oras, nós mulheres temos um rótulo de complicadas – que na maioria das vezes eu discordo, porque acho que o ser humano de forma geral é complicado.. Mas já que é pra sermos complicados, vamos começar a descomplicar então. Quantas vezes você saiu com um cara lindo, sarado, com um sorriso perfeito, mas o beijoooo... Não batia de jeito nenhum. Tomou nojinho, implicou e nunca quis dar uma segunda chance pro indivíduo.
E na noitada? Ahhh, a noitada... Ela é ótima, se você estiver ciente de que ali é lugar de despretensão, diversão, momento... (Tipo essa babaquice de carpe diem/noctem, sabe?) Mas até aí, a gente não tem controle sobre quando o coração bate mais forte e dá aquele friozinho na barriga quando você dá um beijo (perfeito por sinal!), e troca altas idéias com aquele cara que pode ser um frei ou, o mais provável, um cafajeste/safado. Alguns drinks depois, vocês se agarrando e aos beijos a noite inteira, conversando, rindo, se divertindo, ele faz questão de te apresentar pra todos os amigos, pegar seu telefone, te deixar em casa... Você, impensada e ingenuamente, o remove da lista dos cafajestes/safados. Vocês continuam se esbarrando nas noitadas e tudo continua como na primeira vez (com exceção da parte que ele te leva direto pra casa). E como as noitadas sempre se repetem, não rola nem de você perceber que o cara nunca te ligou, nunca te chamou pra sair. Mas, uma mulher apaixonada não percebe essas coisas. Pra ela está tudo certo até aí. Vocês já conversam bastante depois que saem da festa, se curtem e tal... Qual seria o problema?
Bom... Geralmente, nesse tipo específico de situação a mulher se envolve sozinha, não percebe que aquelas ficadas eram coisa de momento, e que viravam abóbora assim que amanhecia. Um dia, ou melhor, numa próxima noitada, o cara já não vai mais mandar aquele “papo” que vocês já sabiam o que significava, já não vem com um abraço e um beijo na boca, mas sim com os “dois beijinhos na bochecha”, e só aí você se toca. ELE SIMPLESMENTE NÃO ESTÁ TÃO AFIM DE VOCE.
Um banho de água fria? Sim. Mas quantos baldes d’água gelados você também já não jogou por aí?
A diferença está na forma de lidar com o “fora”. Mulheres já acham que é porque estão gordas (ou magras) demais, que não são interessantes ou inteligentes o suficiente, ... (!). Mas isso é uma confissão velada. Pros outros elas adoram dizer “ah, pior pra ele que me perdeu”. E sei que não posso falar pelo sexo oposto, mas acredito que os homens não se importem tanto. Talvez pensem nisso tudo também. Mas por 5 minutos. Logo depois, quando o chamarem pra jogar a pelada da terça-feira com a galera, ele esquece facilmente e já começa a olhar pra próxima oportunidade.!!!
Jogo da vida
Nem sempre a gente age conforme a cabeça manda. Mas nem por isso estamos sozinhos, ou somos insanos(talvez um pouco...). Sim, eu, você, nós todos agimos por impulso, e contrariando todas as normas, uma vez ou outra cedemos ao que o corpo está pedindo. E não necessariamente, o que seu corpo pede é exatamente o que você precisa.
Às vezes tenho a impressão de que, sem querer(ou por querer), a vida nos mostra outras óticas praquele nosso ponto de vista. Basta prestar um pouco mais de atenção. A gente erra, acerta, ama, e odeia quase na mesma proporção. Vai do ponto de vista. Ou seja, de qual lugar você se enxerga.
Você pode ser o carrasco ou o castigado, pode ser o que diz sim ou que diz não, pode ser a/o bonito ou o/a inteligente, pode ser o que mente sutil e educadamente ou o que fala a verdade mais crua e sem rodeios... Mas peraê! A graça do ser humano não está na sua pluralidade? Então posso dizer muito bem que pra uns serei tirana, pra outros serei a punida, pra uns serei a bonita e pra outros inteligente, pra uns eu minto por carinho e pra outros digo o que penso na cara sem amortecer a queda. Mas e porquê não as duas/todas as coisas?
Quem escolhe em qual lugar se colocar é você mesmo. Momento de agir, momento de recuar. O jogo da vida se dá nessa partida: ou você tem jogo de cintura, ou não tem. E caso não tenha, acredite, vai ter que rebolar.
Às vezes tenho a impressão de que, sem querer(ou por querer), a vida nos mostra outras óticas praquele nosso ponto de vista. Basta prestar um pouco mais de atenção. A gente erra, acerta, ama, e odeia quase na mesma proporção. Vai do ponto de vista. Ou seja, de qual lugar você se enxerga.
Você pode ser o carrasco ou o castigado, pode ser o que diz sim ou que diz não, pode ser a/o bonito ou o/a inteligente, pode ser o que mente sutil e educadamente ou o que fala a verdade mais crua e sem rodeios... Mas peraê! A graça do ser humano não está na sua pluralidade? Então posso dizer muito bem que pra uns serei tirana, pra outros serei a punida, pra uns serei a bonita e pra outros inteligente, pra uns eu minto por carinho e pra outros digo o que penso na cara sem amortecer a queda. Mas e porquê não as duas/todas as coisas?
Quem escolhe em qual lugar se colocar é você mesmo. Momento de agir, momento de recuar. O jogo da vida se dá nessa partida: ou você tem jogo de cintura, ou não tem. E caso não tenha, acredite, vai ter que rebolar.
Verdades
Pensar antes de pronunciar palavras pode evitar tantos transtornos, ao mesmo tempo que uma frase apenas pode mudar todo o rumo de uma relação. Palavras podem ferir como armas e podem curar como um remédio, um carinho, ou um colo quando precisamos.
Quando nos doamos a pessoas (e ao próprio planeta Terra) geramos uma relação de troca positiva que alegra a mente e o coração. Se todos os humanos tivessem essa consciência, nós viveríamos num mundo melhor e mais aconchegante. Menos tenso, talvez sem guerras e sem preconceitos ou hipocrisia
Tempo e memória
Sinto saudades de dias menos confusos, mais tranqüilos, menos estressantes, mais prazerosos. E quando eles assim os eram, não conseguia enxergá-los dessa forma. O clássico momento do “não dei valor quando tinha, e agora quero de volta”. Mas, infelizmente, a vida não é assim.
Constantemente vejo as pessoas reclamando do atual momento de suas vidas, e desejando os momentos passados. Saudosistas que somos enxergamos sempre, ou procuramos enxergar, os momentos anteriores como bons/ótimos. Os problemas não eram tão complicados assim, aquele último namorado(a) nem era tão grudento(a) ou ciumento(a) assim, aquele seu outro emprego nem te pagava tão mal e você era feliz ali, aquele seu vizinho nem era tão chato perto do novo vizinho do 302, e a lista poderia continuar.
Se o tempo e a memória não fossem tão importantes, nós nem pensaríamos nesse tipo de comparações. O tempo é o mestre das curas. Cura um coração partido, cura uma saudade de quem mora longe, cura até mesmo aquela mágoa que você poderia jurar nunca esquecer. É isso. O tempo cura aquilo que a gente sente de ruim. A memória desses sentimentos de dor, perda, rancor, etc com o passar do tempo vão se tornando menos intensos, dando espaço para boas lembranças.
Talvez venha daí a imensa saudade que muita gente sente (comigo mesma incluída) da infância. Naquele tempo, pensamos nós hoje, que tudo era muito simples. E de fato, com o olhar de um adulto, era. Mas com os olhos de uma criança, o mundo era uma máquina complexa, cheia de seres humanos desconhecidos prontos para, por exemplo, nos decepcionar (apesar de eu ainda pensar assim até hoje). Quantas vezes você chorou quando pequeno por puro desespero ao ver seus pais brigando, pensando num possível abandono de uma das partes? Quantas vezes você teve medo de desapontar seus pais (ou medo de castigo, ou até de uma surra mesmo) quando levava uma nota baixa pra casa?
São medos comuns em uma criança, mas nem por isso são situações fáceis de administrar. Mesmo com seus medos, as crianças não deixam de ir pra escola, por exemplo. Pela falta de autonomia nós, enquanto crianças, fazemos aquilo que nos mandam fazer (a não ser que você seja um caso de criança rebelde, vulgo, pentelha. Sim, crianças que não obedecem pra mim são pentelhas.).
Comparativamente falando, os problemas de uma criança são do tamanho e de acordo com suas capacidades psíquica e fisiológica. E caminham dessa forma para que haja o desenvolvimento do indivíduo. O medo do abandono dos pais a gente tende a carregar pra uma relação amorosa ou de amizade, o receio de falhar e as obrigações que tínhamos com a escola a gente leva pro trabalho. A diferença se dá em como nós lidamos com esses medos e responsabilidades.
O tempo nos mostra que conforme ele passa a gente se desenvolve. Nosso corpo amadurece, e nossa mente também. E conforme nos desenvolvemos e amadurecemos, nossos problemas, medos, responsabilidades e afins também acompanham esse processo.
Já a memória é um artifício que possuímos para processar e sentir todas as emoções e poder vivê-las novamente. E esperto como é o nosso organismo, ao lembrarmos de coisas ruins, vivenciamos toda aquela dor e sofrimento de novo, o que não é nada interessante. Daí, tempo e memória começam sua parceria. O tempo ajuda a memória a mostrar menos e dar menor importância às lembranças ruins, e a enfatizar mais os momentos felizes, fazendo o corpo sentir tudo de novo a cada vez em que se recorda de certo momento. A memória também nos serve de alerta, para que situações ruins não se repitam. Daí a nossa idéia fixa em achar sempre que “antes as coisas eram melhores do que agora”. Por isso existe tanta gente saudosista, assim como eu.
Mas parando pra analisar... O meu momento saudosista de daqui a 10 anos é hoje, é essa semana, é esse mês. Então, já passou da hora de reclamar dos problemas de hoje, e deixar pra lembrar deles só daqui a uma década, quando eu pensar que as coisas já não são mais tão maravilhosas como naquela primavera de 2010.
Constantemente vejo as pessoas reclamando do atual momento de suas vidas, e desejando os momentos passados. Saudosistas que somos enxergamos sempre, ou procuramos enxergar, os momentos anteriores como bons/ótimos. Os problemas não eram tão complicados assim, aquele último namorado(a) nem era tão grudento(a) ou ciumento(a) assim, aquele seu outro emprego nem te pagava tão mal e você era feliz ali, aquele seu vizinho nem era tão chato perto do novo vizinho do 302, e a lista poderia continuar.
Se o tempo e a memória não fossem tão importantes, nós nem pensaríamos nesse tipo de comparações. O tempo é o mestre das curas. Cura um coração partido, cura uma saudade de quem mora longe, cura até mesmo aquela mágoa que você poderia jurar nunca esquecer. É isso. O tempo cura aquilo que a gente sente de ruim. A memória desses sentimentos de dor, perda, rancor, etc com o passar do tempo vão se tornando menos intensos, dando espaço para boas lembranças.
Talvez venha daí a imensa saudade que muita gente sente (comigo mesma incluída) da infância. Naquele tempo, pensamos nós hoje, que tudo era muito simples. E de fato, com o olhar de um adulto, era. Mas com os olhos de uma criança, o mundo era uma máquina complexa, cheia de seres humanos desconhecidos prontos para, por exemplo, nos decepcionar (apesar de eu ainda pensar assim até hoje). Quantas vezes você chorou quando pequeno por puro desespero ao ver seus pais brigando, pensando num possível abandono de uma das partes? Quantas vezes você teve medo de desapontar seus pais (ou medo de castigo, ou até de uma surra mesmo) quando levava uma nota baixa pra casa?
São medos comuns em uma criança, mas nem por isso são situações fáceis de administrar. Mesmo com seus medos, as crianças não deixam de ir pra escola, por exemplo. Pela falta de autonomia nós, enquanto crianças, fazemos aquilo que nos mandam fazer (a não ser que você seja um caso de criança rebelde, vulgo, pentelha. Sim, crianças que não obedecem pra mim são pentelhas.).
Comparativamente falando, os problemas de uma criança são do tamanho e de acordo com suas capacidades psíquica e fisiológica. E caminham dessa forma para que haja o desenvolvimento do indivíduo. O medo do abandono dos pais a gente tende a carregar pra uma relação amorosa ou de amizade, o receio de falhar e as obrigações que tínhamos com a escola a gente leva pro trabalho. A diferença se dá em como nós lidamos com esses medos e responsabilidades.
O tempo nos mostra que conforme ele passa a gente se desenvolve. Nosso corpo amadurece, e nossa mente também. E conforme nos desenvolvemos e amadurecemos, nossos problemas, medos, responsabilidades e afins também acompanham esse processo.
Já a memória é um artifício que possuímos para processar e sentir todas as emoções e poder vivê-las novamente. E esperto como é o nosso organismo, ao lembrarmos de coisas ruins, vivenciamos toda aquela dor e sofrimento de novo, o que não é nada interessante. Daí, tempo e memória começam sua parceria. O tempo ajuda a memória a mostrar menos e dar menor importância às lembranças ruins, e a enfatizar mais os momentos felizes, fazendo o corpo sentir tudo de novo a cada vez em que se recorda de certo momento. A memória também nos serve de alerta, para que situações ruins não se repitam. Daí a nossa idéia fixa em achar sempre que “antes as coisas eram melhores do que agora”. Por isso existe tanta gente saudosista, assim como eu.
Mas parando pra analisar... O meu momento saudosista de daqui a 10 anos é hoje, é essa semana, é esse mês. Então, já passou da hora de reclamar dos problemas de hoje, e deixar pra lembrar deles só daqui a uma década, quando eu pensar que as coisas já não são mais tão maravilhosas como naquela primavera de 2010.
3 semanas fora!
Nada melhor na vida do que viajar! Sair pra fora da cidade natal, esquecer os problemas e viver a vida em uma cultura diferente, mesmo que seja só por 3 semana! Infelizmente só fiz isso uma vez na vida, e olha, deixasse saudades! Lembro como se fosse hoje, sexta feira á noite, voltinhas pelo aeroporto esperando a hora passar para a hora do vôo.. Hora do embarque, aquele friozinho na barriga de caloura em viajar de avião.. Salvador chegou rapidinho, que era nossa escala para o RJ, Passamos pela parte chata da viagem, em ter que tirar até as moedinhas do bolso para passar pro embarque, mas enfim, entramos no avião, sentamos e esperamos. Chegamos no aeroporto de Galeão! tudo muito lindo.Gente diferente, aliás, muuita gente, estava lotado, dava pra ficar perdido lá dentroPrimeiro dia e o ultimo não aguentavámos mais carregar as malas pra lá e pra cá. Descansamos no hotel, e pela manhã tomamos café em uma cafeteria alí perto. Ainda lembro o gosto daquelas Tortillas, e daquele café, que sem explicação, era o melhor! Tinha um toque diferente, não sei explicar.. De la fomos pra o cristo redentor.... Uma visão magnífica, de toda a cidade do rio!! De la, fomos conhecer um pouco da cidade.. é incrível o contraste entre Copacabana e as favelas.. parecem 2 mundos ;x
Bom... ficamos la na praia hehe... dando uma de cariocas, alias lá tem MT gente bonita...
De la fomos para a lagoa Rodrigo de Freitas.. onde a arvore de natal fica o meio do lago!! Nossa muito lindo mesmo.. dia seguite, angra dos reis, onde passeamos de escuna e fazíamos paradas nas casas dos famosos ... haha
Próxima parada foi Minas gerais, onde fomos nas cidades de ouro preto e são João Del rei, Visitamos Várias igrejas, uma mais linda que a outra,museus lugarzinhos fantásticos, magnífica arquitetura colonial... tinha uma igreja la que era totalmente de ouro ;)
Passagem por São Paulo: não podíamos deixar de ir na 25 de março, é tudo de bom.. feiz muitas compras, alias foi a primeira vez que sai com tantas sacola sna minha vida rsrs..
Parece a cidade de nova York, uma correria só!!
Curitiba: fiquei abismada com aquela cidade, muito linda, limpa uma cidade exemplo !! os curitibanos são muito aducados e acollhedores... a 2 cidade mais linda que vi.. só perde pra gramado rsrs
Finalmente gramado!! Um pedacinho da Europa, e não podiamos estar emepoca melhor, a do natal!! A cidade é toda enfeitada, um sonho.. assisistimos um musical de natal inesquecível..
É outro mundo.. lembro deixei minha bolsa em um local e depois fui voltei e tava no mesmo lugar kkkk .. se fosse ak .... já era haha e a noite, saiámos para comer alguma coisa em algum lugarzinho da cidade. Lembro das comidas, cada dia era um gosto, um tipo, um alimento diferente, comia coisas que nem sabia o que era, umas boas outras ruins, outras piores ainda. Comi lula, Mariscos, Sopa de não sei o que.. Paella, Chorizo e por aí vai teto, eram luzes que não acabavam mais, aqueles lustres, aquelas velas. A mesa então, cada uma tinha lugares para umas 10 pessoas. Aquelas regras, Taça de vinho, de água e de refrigerante. Prato de sopa, de comida e de restantes. Garfos, Colheres e facas diferenciadas.. essas regras de etiqueta me matam!
Lugar lindo, pessoas belíssimas foi tudo tão perfeito e admiramos aquela vista! Bom, são tantos os detalhes que nem dá de contar tudo, na verdade o que eu queria era ter gravado cada minutinho dessa viagem, queria ter gravado aquelas ruas, aquelas pessoas, aqueles castelos e lugares, aquelas cantadas que ganhavámos Enfim, foram dias e noites que valeram a pena, vai estar tudo guardado aqui dentro! "Foi pouco tempo mas valeu, vivi cada segundo.."
Assinar:
Postagens (Atom)